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Na última encíclica do Papa Bento XVI está presente o convite a trabalhar mais e melhor para a cidade. Sergio Chiamparino, prefeito de Turim, comentando as palavras do Papa, propõe um novo pacto de cidadania que une nesse mesmo empenho governantes e cidadãos.
De Paolo Balduzzi
Nós publicamos a segunda parte da entrevista a Daniela Mori, responsável dos projetos sociais da Unicoop Florença. Em colaboração com outras associações leigas e católicas enraizadas no território, é a promotora de projetos que estimulam a procura de “altos valores” para a cidade e para o mundo inteiro. Entrevista de Paolo Balduzzi- Florença
Marcel Mbula é médico em Kinshasa, na RDC (Congo). É responsável pela prevenção e a cura da AIDS, que ainda aflige milhares de pessoas de todo o continente. Junto com outros médicos decidem colocar os doentes, sobretudo os mais pobres, no centro das suas atividades, promovendo um projeto sócio-sanitário em cooperação com uma ONG.
de Marcel Mbula, Kinshasa, República Democratica do Congo Na política existe quem teve um relacionamento de amor e de ódio. Existe quem a escolheu e depois a abandonou devido às muitas desilusões, e quem a re-escolheu novamente, animado por uma forte convicção de que a fraternidade possa se tornar uma doutrina, mas também uma categoria de pensamento e de ação política. De Cesar Romero – Paraguai Em apenas poucos anos, o Fórum Urbano Mundial se tornou o principal congresso mundial sobre as cidades. O Fórum foi estabelecido pelas Nações Unidas para examinar um dos problemas mais urgentes que o mundo enfrenta hoje: a rápida urbanização e seu impacto nas comunidades, cidades, economias, mudanças climáticas e políticas. Hoje em dia, é o congresso mais importante sobre a gestão do crescimento das cidades.
Um volume que contém três ensaios do famoso sociólogo polonês, que colocam em discussão a vida cotidiana das pessoas na grande cidade. Na era da vila global, os grandes centros são aquelas bifurcações entre possibilidade e frustração, entre o declínio e o desenvolvimento, entre felicidade e medo, onde “fervem os problemas”, mas onde reside a maior criatividade para tornar “mais humana a sociedade dos homens”. de Paolo Balduzzi No dia 28 de agosto de 2008 a “Comissão sobre os Determinantes Sociais da Saúde” apresentou ao Diretor Geral da OMS os resultados de 3 anos de trabalhos contidos no volume “Reduzir a disparidade em uma geração: equidade na saúde através de ações sobre os Determinantes Sociais da Saúde”.A ligação direta entre renda e saúde, chamada de gradiente social, já tinha sido evidenciada no passado, sobretudo pondo em evidência as injustiças e as desigualdades em termos de causas evitáveis de doença, entre países em via de desenvolvimento e países mais ricos. No entanto, aquilo que a Comissão faz vir à tona de modo alarmante, é que existem “gradientes de saúde” até mesmo dentro da mesma nação. A Comissão põe em relevo uma série de recomendações e apresenta exemplos concretos de ações a serem empreendidas para poder atingir o objetivo de “reduzir a disparidade em uma geração”.Este relatório, embora na sua cientificidade e validade, não podia recolher todas as experiências que seguramente, em vários níveis e em diversas dimensões, existem neste sentido em muitas de nossas cidades. Provemos colocá-las em luz partindo de algumas perguntas:1. Na sua cidade existem instituições ou experiências de voluntariado que visam melhorar a saúde de idosos, portadores de deficiências, crianças, imigrantes? 2. Na sua cidade é garantido a todos igual acesso a bens fundamentais como água, alimentação, casa, eletricidade, emprego, etc.? 3. Na sua cidade há instituições ou experiências de voluntariado que visam diminuir as desigualdades existentes no âmbito sanitário entre classes sociais, entre gerações, entre os sexos? de Mary Calleja - Mumbai (India)
de Angela Taschini- Itália |
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